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quarta-feira, 27 de março de 2013

O Genio do Crime


Seu Tomé é um homem bom, proprietário de uma fábrica de figurinhas de futebol. Existem as fáceis e as difíceis, fabricadas em menor quantidade. Quem enche o álbum ganha prêmios realmente bons. Mas surge uma fábrica clandestina que fabrica as figurinhas difíceis e as vende livremente. O número de álbuns cheios aumenta e seu Tomé não tem mais capacidade de dar todos os prêmios. Há uma revolta, as crianças querem quebrar a fábrica. Edmundo, Pituca e Bolachão, e mais adiante, Berenice, entram em cena para descobrir a fábrica clandestina. Acontece que não se trata de simples bandidos, a quadrilha é chefiada por um gênio do crime, e os meninos terão de botar a cabeça para funcionar se quiserem resolver a situação.

Esse é o texto de apresentação do Livro de J.C. Marinho Silva, O Genio do Crime.
Estudava na escola São Paulo de Braz de Pina, Galba era o meu professor de portugues e indicou esse livro para o trabalho do mês. Quem estudou na escola São Paulo nos anos 70 -80 e não sabe quem é Galba Saturnino da Silveira? Hoje na escola São Paulo tem uma sala com o nome dele. Justa homenagem.
Lembro como se fosse hoje, assim que peguei o livro, fui lendo, lendo, e acabei lendo ele inteirinho de uma tacada só. E não é livrinho fino não. 
Com personagens bem construidos, tem um universo familiar a todos os garotos daquele tempo  com album de figurinhas que davam premios, escola, hora do recreio, amigos inseparáveis, futebol, um genio do crime,  clima de misterio e um final surpreendente.
O Genio do Crime foi um livro que marcou uma geração, infelizmente emprestei o exemplar que eu tinha e fiquei sem. Anos depois comprei outro e vira e mexe dou uma lidinha.

 O Genio do Crime ganhou um subtitulo anos depois, "Uma aventura da turma do Gordo".
J.C. Marinho escreveu mais livros com a mesma turma, assim O Genio do Crime acabou sendo o primeiro dos livros dessa coleção.  Ah esse gordo aí do subtitulo é na verdade o Bolacha, um dos meninos que desvendam o misterio.  


domingo, 23 de setembro de 2012

Festa Cívica na Penha - 7 de Setembro

Reportagem retirada da edição de setembro do jornal Rio Suburbano, que tem distribuição gratuita em alguns bairros da zona norte.




quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Algumas Fotos Escola São Paulo

Algumas fotos da Escola São Paulo e do Rio Arapogi - Braz de Pina



                                                            Entrada Rua Tailandia








                                                             Entrada Av Arapogi
                                                      



domingo, 1 de abril de 2012

Instituto Nossa Senhora das Dores





 Madre Maria de Jesus, Fundadora da Congregação das Religiosas Missionárias de Nossa Senhora das Dores  e do Instituto Nossa Senhora das Dores, nasceu em Lyon, França. Impedida de realizar seu grande ideal de educadora no seu país, decidiu vir para o Brasil em companhia de sua prima Madre Maria Miguel, com a intenção de realizar o seu projeto de vida religiosa. 

Chegaram ao Brasil no dia 28 de agosto de 1913, onde fundaram: uma pequena Escola na cidade de São Domingos do Prata, Minas Gerais; dez anos mais tarde, no dia 15 de fevereiro de 1923, o Colégio Nossa Senhora das Dores, em Itabira; em 1932, a Congregação assumiu a direção do Hospital Regional "Antonio Dias", em Patos de Minas, Minas Gerais; em 1935, tomou posse do Sanatório "Belo Horizonte", em Belo Horizonte, Minas Gerais; e, em 1937, fundou o Colégio "São José", em Ibiá, Minas Gerais e o Colégio "Sagrado Coração de Jesus", em Santa Teresa, Espírito Santo.
Em 1940, o Eminentíssimo Senhor Cardeal D. Sebastião Leme, propôs à fundadora a direção do Colégio Nossa Senhora Aparecida, situado no bairro de Brás de Pina, Rio de Janeiro.
Aos 28 de agosto de 1940, chegaram ao Rio de Janeiro as primeiras Religiosas da Congregação que formaram a comunidade na então capital federal, estabelecendo-se à Rua Iricumé n.º 32, em Bráz de Pina. 
Foi necessário procurar um novo espaço para expandir a ação educativa das Religiosas Missionárias no Rio de Janeiro. Aos 28 de agosto de 1953 foi inaugurado o Instituto Nossa Senhora das Dores que oferece, numa área total de 16 366 m2, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, e as seguintes atividades extraclasse: Teatro, Natação, Hidroginástica, Pintura, Coral.


Fonte: Site da escola
 

Sempre ouvi falar que Madre Teresa de Calcutá numa viagem ao Brasil se hospedou no INSD durante alguns dias.
Me informei então com o conhecedor do bairro Sergio Dutra e ele me enviou a seguinte mensagem pelo facebook:
"No ano seguinte que recebeu o premio Nobel, ela esteve hospedada por uma semana no Instituto Nossa Senhora das Dores, administrado por freiras de sua congregação."
Ou seja ela recebeu o Nobel da Paz em 1979, então ela esteve em Braz de Pina em 1980.
Quanta honra para Braz de Pina, vou tentar encontrar algum registro desse fato.


  

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Capitão Aza na Escola São Paulo



Alô, alô Sumaré! Alô, alô Embratel! Alô, alô Intelsat 4! Alô, alô criançada do meu Brasil!, aqui quem fala é o Capitão Aza, comandante e chefe das forças armadas infantis deste Brasil.
Com estas palavras, começava o programa Clube do Capitão Aza, sucesso infantil da antiga TV Tupi canal 6 que esteve no ar durante 14 anos.
Quem foi criança nos anos 70, com certeza passou as tardes vendo os desenhos animados no programa do Capitão Aza. Na época, não tínhamos loirinhas de shorts curtos e muito menos adolescentes saídos da Malhação para preencher o espaço entre um desenho e outro.
O Capitão AZA foi criado em Setembro de 1966 durante a ditadura militar, servindo como homenagem a um falecido herói da FAB que lutou na Segunda Guerra Mundial, o capitão aviador Adalberto Azambuja, que era conhecido como AZA entre os aviadores.
Com seu uniforme aeronáutico e o capacete de piloto com o "A" com duas asas, era interpretado pelo ator e policial civil Wilson Vianna, e foi criado para tentar superar o programa concorrente da Rede Globo, Capitão Furacão, tendo conseguido tal objetivo ao, após alguns meses, liderar a audiência junto dos mais jovens.
Capitão Aza buscava trazer à tona bons conselhos como estudar, respeitar os mais velhos, compartilhar da amizade, carinho e amor das pessoas. Sempre que possível e principalmente nos finais de semana, levava as crianças a passeios turísticos promovidos pela TV Tupi junto com os patrocinadores Riotur e Casas Sendas. Ídolo de toda uma geração, passou a fazer parte do imaginário das crianças de então, que não parecem esquecê-lo até hoje.
Infelizmente, hoje em dia não existem mais programas infantis como esse, o que vemos na televisão são programas repletos de baixarias e maus exemplos para as crianças. Acho que o Capitão Aza foi o ultimo programa infantil a ter essa linguagem civica. Era muito bom ouvir os conselhos do Capitão Aza, como respeitar pai e mãe e especialmente os professores.  

Não lembro que ano foi, provavelmente 1970 ou 1971, mas lembro bem do dia que o Capitão Aza visitou a Escola São Paulo de Braz de Pina.
Estudava de manhã, estava provavelmente no 3o ano, e antes da aula começar, como de praxe, todas as turmas faziam a formação para cantar o Hino Nacional, isso todos os dias. Estou falando de uma escola municipal. Pena que isso tenha ficado no passado.
Naquele dia especial, porem, cantamos o hino na companhia do Capitão Aza e sua assistente Martinha. Depois do hino ele contou historias, veio com uma equipe que filmou tudo e foi embora, lembro de ver colegas meus chorando naquele dia.  Dias depois todos nos assistimos, no programa dele, um trechinho que mostrava   essa visita. Dizem que eu apareci rapidinho, eu nem lembro.
O programa durou até o fim da Tupi, Wilson Viana faleceu, vitima de um terceiro infarto em 2003. 
Hoje em dia, falam que ele era um "produto" da ditadura, que estava ali fazendo lavagem cerebral e vendendo um Brasil que não existia na verdade.
Pra nos isso não faz diferença, saudades do Clube do Capitão Aza, saudades dos desenhos "desanimados" Marvel, saudades de uma epoca mágica. 

 
                                                         Meus Bonecos Marvel


Fonte Wikipedia

Sideral

Comandando uma astronave
E Rasgando o céu
Vou pisando em estrelas, constelações
Deixo longe o mundo aflito e a bomba H
Corpo livre no infinito eu vou
Na estrada do sol.
Traço rumo do meus passos na solidão
Ganho espaços nas revistas, televisões
Mas os homens se destroem
Nas guerras vãs
E vão no pó dos sonhos, ah
Em nome do amor
Eu vou Colorindo de vermelho
Este céu azul
Minha nave é um espelho
Rebrilha o sol
Pela trilha da esperança
Cantando o amor e a paz
Eu vou cantando o amor e a paz