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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Um paulista na corte do Rio de Janeiro - A historia do biscoito Globo



"Biscoito de polvilho como anéis e pulseiras, quem nunca fez?
Mas como o banhista é antes de mais nada um comediante, eis que deu vontade de comer algo salgadinho. Crocante. Esfarelento. Que gruda no céu da boca. Delícia mor, na praia então... E com uma cervejinha trincando ou com mate estupidamente gelado... É uma iguaria praiana bem carioca, mas que deveria ser exportada para todas as praias do mundo!"
Texto do blog o que não mata emagrece



Voce pode estar estranhando o titulo desta materia, mas pode acreditar o carioquíssimo biscoito Globo nasceu em São Paulo, mas foi aqui que ele fincou raízes e se tornou o prato mais tipico da gastronomia carioca. Que feijoada que nada.
Seja na praia, no Maracanã, num engarrafamento, é certo que terá um ambulante vendendo as versões doce e salgada do mais clássico biscoito de polvilho do mundo.
Com a mesma fórmula, o mesmo processo de produção e até a mesma embalagem de papel cheia de poluição visual desde 1955, o biscoito Globo foi criado dois anos antes pelos irmãos Milton, Jaime e João Ponce em São Paulo.
Eles acabaram se mudando para o Rio porque os cariocas adoravam aquele biscoito e porque é mais legal falar bixxxcoito que bissscoito.
Hoje, eles contam com uma rede de distribuição gigantesca formada por centenas de ambulantes, já que não possuem nenhum vendedor contratado. E nem precisam.
Todo dia, os ambulantes enfrentam uma fila monstruosa e concorrida na rua do Senado, no centro do Rio, tudo para comprar centenas de pacotes e vender por todo lugar do Rio.
O biscoito Globo – mais conhecido por “Olha o Grobo” – faz parte da história e da cultura do Rio de Janeiro. Se você vier ao Rio e não visitar o Pão de Açúcar ou o Cristo, é perdoável. Agora, deixar de experimentar o biscoito Globo, é um crime!
Texto blog Papo de Gordo


Assim nasceu uma tradição carioca...

O texto abaixo foi retirado do site do biscoito Globo.

A história dos Biscoitos Globo teve início no ano de 1953 quando os irmãos Milton, Jaime e João Ponce, em virtude da separação dos pais, foram morar com um primo que possuía uma padaria no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Os irmãos aprenderam a fazer biscoitos de polvilho com o primo, os quais eram vendidos nas ruas da capital paulista.

Em 1954, aproveitando o grande contingente de um congresso eucarístico no Rio de Janeiro, os irmãos Ponce resolveram vender seus biscoitos na capital carioca. Com base no sucesso das vendas os irmãos Ponce anteviram que, dadas as características do biscoito, o Rio de Janeiro seria o mercado ideal para seu produto.

O biscoito de polvilho foi batizado com o nome Globo, homônimo à padaria para a qual foram contratados, localizada em Botafogo. Iniciava-se então a história dos famosos biscoitos de polvilho. O ano era 1955 e os biscoitos eram vendidos nesta padaria e em mais sete outras, dos mesmos proprietários.

Notando a grande demanda pelo biscoitos, os irmãos Ponce passaram a vender o produto para outras redes de padarias e em 1963 formaram sociedade com um português, expert em pães, o Sr. Francisco Nunes Torrão, que se mantém até hoje. Esta nova empresa foi denominada oficialmente Panificação Mandarino Ltda.

E o negócio começou a crescer... 

Patrimonio Cultural Carioca 
 

Vendedores de mate e biscoito de polvilho são declarados Patrimônio Cultural Carioca

A prefeitura do Rio de Janeiro declarou os famosos vendedores de mate, limonada e biscoito de polvilho que circulam nas praias como Patrimônio Cultural Carioca.
A cerimônia, que contou com a presença do prefeito Eduardo Paes, foi realizada na praia do Leme, zona sul da cidade, no domingo 04 de março de 2012.
A partir da publicação do decreto no Diário Oficial do município, na segunda-feira 05 de março de 2012, os ambulantes que já se tornaram personagens da orla carioca serão considerados bens imateriais da cidade.
Os vendedores entram na lista de patrimônios culturais ao lado das baianas do acarajé, bate-bolas do carnaval, bares tradicionais e da festa de Iemanjá.
Fonte R7

E a concorrencia?


Nos últimos anos, o frequentador assíduo das praias cariocas se deparou com uma nova opção de alimentação, ainda que seu sabor e aparência sejam bastante conhecidos. O popular biscoito de polvilho Globo, desde sempre monopolista no mercado dos biscoitos de praia -- categoria que inaugurou, aliás --, ganhou um concorrente: o biscoito Extra. 
Fabricado pela Sortilege Produtos Alimenticios Ltda com a embalagem nos mesmos moldes do biscoito original, tambem nos sabores doce e salgado, e vendido da mesma maneira, as vezes até pelos mesmos vendedores. Tambem custam o mesmo preço. Outra detalhe engraçado ou estranho é o nome. Globo é nome de jornal e Extra tambem, mais uma coincidencia? De qualquer maneira tem espaço pra todo mundo.

Nova embalagem? Nunca!!!!!!!!


 Biscoito Globo em embagem plastica? 
Ah bom, à venda apenas nas casas de biscoito 




4 comentários:

  1. Essas imitações não "colaram". O melhor e tradicional mesmo é o Biscoito Globo.

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  2. Bem legal esse post, cara. Eu já tinha visto o Biscoito Globo em embalagem de plástico, mas ela era branca, opaca. Essa que você mostrou, eu ainda não tinha conhecido.

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  3. O que vocês não sabem é que a concorrência é do genro!

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  4. Pelo que sei, o dito concorrente biscoito Extra, que não é concorrente, é produzido pelo genro do produtor do biscoito Globo, por esse motivo o nome e a mesma qualidade.

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