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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Estação da Leopoldina vai ser reformada

                                                    A Leopoldina em 1965

A estação de Barão de Mauá, cujo nome homenageou o pioneiro da ferrovia no Brasil, foi inaugurada em 1926, dezessete anos depois do início das discussões e pedidos de autorização para a sua construção. A linha da Leopoldina começava na estação de São Francisco Xavier, da Central, o que forçava os passageiros à baldeação, devido à diferença de bitolas. A história das idas e vindas para a construção da estação é bastante complicada, mas acabou por gerar uma discussão acerca de se a estação deveria ter sido construída comportando espaço para a linha Auxiliar da Central do Brasil e da Rio D'Ouro, as duas também de bitola métrica. Em 1934, a discussão acabou com a vitória da Leopoldina: a estação só serviria mesmo a ela, visto que o Governo, dono da Central e da Rio de Ouro, não havia cumprido a promessa de também pagar sua parte na sua construção.
Entre 1909 e 1926, a Leopoldina utilizou uma estação provisória para o embarque em suas linhas, que haviam sido prolongadas por volta de 1910 até a Praia Formosa. A estação deixou de ser utilizada definitivamente para embarque de passageiros desde o início do século XXI com todos os passageiros sendo transferidos para a estação Dom Pedro II, da antiga Central. Desde então está fechada e abandonada, existindo hoje projetos para a sua transformação em museu ou centro comercial.
Fonte Wikipedia.

 
Alguns eventos são realizados no local, como o ComiCon - feira de quadrinhos e cultura pop, que ocorre todos os anos desde 2009.

 

Inaugurada em 1897, a Estação da Leopoldina será reformada pela concessionária de trens Supervia

por Ernesto Neves | 08 de Agosto de 2012 Revista Veja
 
 
 Projeto de reforma da Leopoldina: obra deve passar pela aprovação do Iphan e do Inepac

A centenária Estação Barão de Mauá, também conhecida como Leopoldina, vai ser reformada pela concessionária Supervia. Em projeto divulgado nesta quarta (8), a empresa se compromete a investir cerca de 10 milhões de reais para restaurar a edificação e limpar a fachada, assim como trocar a iluminação externa e interna e implantar um sistema de detecção de incêndios. De acordo com a Supervia, o projeto de modernização vai incluir também a Central do Brasil.  Como a construção é tombada, o projeto terá de ser aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac). Desativado há oito anos, o prédio sedia eventos exporadicamente, entre eles o Festival Back2Black, dedicado à black music.

 
                                        Projeção mostra como ficará o interior da estação
 
Noticia excelente, dá pena passar em frente a Leopoldina e ver o abandono em que ela se encontra

3 comentários:

  1. e o destino da "estação" após a reforma?! vai continuar sendo apenas palco para festas?! vai ser um salão de festas para aluguel esporádicos?! uma grande pena...
    não adianta reformar os edifícios, se a linha férrea que chegava até à Leopoldina está morta! ainda presenciamos o descaso do Governo e de suas concessionárias com o sistema ferróviário, infelizmente!

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  2. Pelo o que dizem não existe nenhum projeto para a volta dos trens. Como voce diz, infelizmente.

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  3. tinham é que reabrir a estação e fazer voltar o famoso rio de prata

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